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Mauricio Jose da Silva

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" A VIDA E IMPORTANTE / LIFE MATTERS!
Assistente Social formado pela PUC/SP, Cuidador de Idosos e Tirador de Sangue. Founder of Atech.com(nonprofit organization no parque maria alice/sp). Trabalho com populacao de rua, criancas e adolescentes, Idosos e Prostitutas na cidade de sao paulo e tambem Idosos nos Estados Unidos.Conhecido como Mauriciopartyguy.

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Comentário · há 5 meses
Apenas fazer colocação no sentido de meu próprio processo que movo de Remoção de Inventariante que ficou inerte desde 2002 por parte de pai. E que tenho apesar do fatos que as pessoas tentem esquecer, fazer lembrar ao Judiciário meu pressusposto de Verdade e direito que me faculta a lei que ate em fotos publicadas da minha intimidade sem autoriazação previa de minha pessoa e ou do Juiz que fere o artigo quinto da constituição federal e e causa Petra. Por isto nesta data fiz saber até o Sr. Governandor João Doria através do fale conosco o que segue ao qual relatei ao Juiz em minha manisfestação.
Ao Governador
fevereiro 12, 2021
Manifestação / Audiência mauriciopartyguy qua., 10 de fev. 16:39 (há 2 dias) para gabjcardoso EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA Nona Vara de Família e Sucessões da Capital. AUTOR: Mauricio José da Silva RÉU: Edilene Maria da Silva (Inventariante) AUTOS Nº: 0093427-772002.8.26.0100 / 1089704-37.2019.8.26.0100 incidente e prestação de contas. Eu, Mauricio José da Silva, brasileiro, solteiro, assistente social, residente e domiciliado a Rua José Guilherme da Silva, 222 parque maria alice - SP/capital.J á qualificado nos autos do processo em epígrafe, vem mui respeitosamente, perante Vossa Excelência, tendo em vista, o despacho exarado no dia 01/02/2021 com publicação no DJE, manifestar-se a sua anuência para que seja MARCADA AUDIÊNCIA DE ESCLARECIMENTO DOS FATOS. Na demais, referente à desiguinação de provas, vem através desta informar que, já encontra-se apenso aos autos do processo todas as provas pertinentes a causa, tais quais, os anexos e petiçoes feitas por minhas advogadas já qualificada nos autos do processo. Ainda segue informa sobre requerimento de manifestação que ora faço em meu favor como postulante da Remoção de Inventariante Sra. Edilene Maria da Silva. Segue os fatos abaixos. Em documento de 26/08/2019 do MPSP na pessoa da promotora de justiçao Sra. Claudia Moreira França que se coloca favorável em vista além dos 15 anos de inercia devido ao fato de Paulo Severino da Silva e Rejane sua mulher que são filhas da inventariante estarem no Alvara com herdeiros o que não o são. Trago ainda a lembrança das varios mandatos que foram encaminhados a mesma pela Sra. Larissa Guimarães Moutinho entregues pelo oficial de justiça Sr. Lourival Nascimento Chagas datadas em 30/11/2019 - no. 100.2019/082425-4 e outras. Lembro ainda da solicitação de prestação de contas da Sra. Juiza da Fazenda PÚBLICA Manoela Nassaf. E ainda que a Sra. Cléa Pires, contadoria Pública não aceitou a prestação feita pela Sra. Edilene Maria da Silva em resposta ao sua solicitação. Assim sendo tendo em vista todas estas incoerências solicitou, mais, uma vez sua Remoção e audiência explanatoria e exposição dos fatos acima declarados. São Paulo, 10/02/2021 Mauricio José da Silva - Assistente Social Representado Por Beatriz Hernandes Blanco e Marcela Correa Silva
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Mauricio Jose da Silva
Comentário · há 10 meses
CONTRAPONTO @Mauriciopartyguy
setembro 27, 2020
C O N T R A P O N T O Contraponho meus sentimentos num vazio Zen. Que nao é de ninguem,... Saber-se é distanciar, Policiar para nao sufocar, Analizar a dor num spectro de Amor, dolorido, cruel, pelo tempo já corroido, Não foi tudo em vão. Quero dizer ou melhor dar resposta a sua agrassividade Leonina, com olhos de Femea no cio, que espalha seu perfume ou desejo de mulher, amor vadio com lagrimas e arrepios...! As migalhas que o tempo nos oferece alimento que nos faz nossas vidas Crescer. Somos tdos culpados...Somos todos herdeiros...Somos todos viciados...Somos todos faccionados, fragmentados, diminuido... Minha poesia nao oferece Contraponto nem receita de Bolo. Jogo no papel as impressões de minha realidade subterfugio anonimo de minha simples mediocridade...? Nao faço de mim mesmo herói, pois a dor como o tempo, as traças e a ferrugem corroem quando não destroem. Sou poeta Kamikasi, Arakiri, pego a caneta como a espada e risco nas linhas retas, certas minha vida torta, de paixões morbidas, intelectualidade global no salário minimo nacional. Contraponho minha existência, Satrê, Came, Buscaglia, Gita, Zen a cruz que Salva e a dor que lava minha alma. Viajo na tabacaria, Chopin forte melodia...Sou um sonhador Vinicius Hino ao Amor. Agora está tudo certo entranhas, vicios e a alma, tudo aberto. Escorredo pelo chão, Rio vermelho. Sangue emprestado de H.I.V, Sifilis, malária doença contagiosa. Solidão Renal e manha de futebol. Contraponho meu pessimismo sou Iluminista. Einstein, a relativadade saiu da minha vista. Teória Quântica português nova semântica. Fecho o jornal faço ares intelectual compro um sanduiche, olho o relógio que marca o tempo normal de realidade tradicional, mesmice sempre funcional no País do Carnaval. Mauricio J. da Silva -
@mauriciopartyguy Texto original escrito a 20 anos atras.
Mauricio Jose da Silva, Administrador
Mauricio Jose da Silva
Comentário · ano passado
A CONTRACULTURA / IN FEMINICIDIO
Era uma tarde de expectativa todo mês aquelas mulheres se encontravam para expor suas vidas, dores e amores faziam parte de um grupo como tantos outros e várias partes da cidade e do mundo.
Vinham se consolar, buscar alento para suas vidas duras cansadas da rotina que mata filhos, desemprego, alcoolismo dos companheiros a pobreza e a dor e sofrimento que carregavam além do estigma de mulheres abusadas e violentadas em suas relações amorosas e afetivas muitas já marcadas na carne e em carne viva pela violência muitas vezes sofridas.
Pancadas não só no coração, mas, também na emoção machucadas pelo desprezo roxas do horror em seus corpos cheios de cortes e hematomas vítimas tantas vezes do próprio poder público que nem sempre dava acolhida, não se sentiam protegidas nem como mulheres e ou cidadãs. Subjugadas num mundo masculino a viver na ignorância de sua classe e condição.
Foi numa tarde desta que após um relato de mais uma noite socos, pontapés, tapas e tentativa de morte que Lindinalva relatou que já estava cansada deste mundo e vida e deixava perceber que na próxima vez ia ou matar o morrer já não aguentava mais seus filhos chorando, gritando, implorando ao pai que não se bate em sua mãe com promessas de um dia eu vou crescer e tudo irá mudar.
Foi embora do grupo logos após terminado ouvi alguns conselhos de mulher deixa disso para o lado pense nos seus filhos e ouvi das orientadoras do grupo bem precisamos conversar talvez tirar você e seus filhos para um abrigo ou denunciá-lo a polícia, talvez, mas, agora não o mais velho vai chegar logo da escola tenho que ir para casa preparar o que puder e tiver para o jantar.
Duas semanas após por volta das 4 horas da manhã ouve-se gritos e choros de crianças da humilde casa que ela morava os vizinhos chamaram a polícia que ao chegar encontraram ela com os lábios sangrando, roupa rasgada olhos inchados do soco que tomara do companheiro (marido) e crianças com medo assustadas e em choque.
Foram à delegacia lavrou-se boletim de ocorrência, mas, não fico preso, mas, que aquele fim de noite pois não havia antecedentes foi liberado e passou algumas noites no mundo ou na casa de parentes e amigos.
Após uma semana ou mais retornou veio ver os filhos e acabou ficando e a sim seguiu os dias no que parecia ser uma paz passageira onde todo o passado fora esquecido assim como as marcas e hematomas já vividos e emocionalmente marcado.
Lindinalva em seu machucado coração deixou o tempo passar, mas, o pensamento de pôr fim aquela situação não então uma noite enquanto o companheiro dormia ferveu a agua em uma chaleira bem quente e após ter a certeza que ele dormia quando o mesmo ficou de lado com o ouvido exposto lançou sem do nem piedade aquele ódio quente aquela vingança doce aquele um dia te amei, respeitei e admirei agora só a dor do outro que gritou com a dor os filhos acordaram assustados viram o pai gritando cego de dor aos gritos de Eu te mato desgracada filha de uma égua, demônio, filha do diabo Eu te mato.
Assim o companheiro vivenciava pela primeira vez a contracultura do ódio, dor e sofrimento que ele mesmo semeou pela vida a fora em sua mulher e seus filhos.
Foi para o hospital não morreu teve apenas uma lesão nos tímpanos e agora só escuta bem de um lado o lado da solidão abandonado pela mulher e filhos que foi levada para um abrigo e após encaminhada para casa de parentes num outro estado.
Quando aconteceu novamente o grupo e o relato de Lindinalva se espalhou o acontecido uma outra mulher que pertencia a grupo relatou o seguinte que sempre ouviu sua mãe contar que era um fato conhecido da região do Nordeste que ela vinha que mulheres que foram muito abusadas pelo marido costumavam relatar que um dia iam jogar agua fervendo no ouvido dos maridos enquanto eles dormissem.
Não procurei saber as notícias ou estáticas por seu eu mesmo filho de uma mãe pernambucana que já havia relatado esta mesma sorte aos homens que abusavam, apenas confirmo isto e deixo claro que não é este um relato de ódio e ou vingança, mas, apenas um relato de uma tradição que me parece foi disseminado por falta de políticas públicas e em defensa das mulheres hoje já sendo contempladas pela
lei Maria da Penha e as delegacias das mulheres e outras leis complementares. @mauriciopartyguy/porque a vida importa.

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